Os Orixás

«No candomblé, o deus criador é Olorum, também chamado Olodumarê. Ele vem acompanhado de uma série de outros seres (…) Temos os Orixás: o conjunto de entidades que pode se manifestar diretamente com os homens (…)»

«A imagem que nós temos dos Orixás é justamente aquela que vemos no barracão. Os Orixás vestidos, dançando com os gestos característicos. Diz-​se que os filhos, pouco a pouco, assumem muitas características do seu Orixá. Com isso, ao falar de um Orixá, automaticamente associamos suas características à personalidade de seus filhos e muitas vezes também à sua própria história de vida. Portanto, falar dos Orixás é também falar de nós mesmos.»

Agenor Miranda Rocha, “As Nações Kêtu”

A mitologia africana é muito rica, e muitas são as divindades das diferentes culturas africanas, variando de região geográfica e grupo étnico, ou seja, do lugar e do povo dentro da África.

Aqui estão orixás, segundo a tradição iorubana, da forma como esta foi preservada no Brasil. Na transposição do culto dos orixás da África para o Brasil, um número reduzido de orixás foi conservado. Pesquisadores apontam para números como 200, 400, 600 e até mais divindades existentes originalmente nos diferentes panteões africanos. Somente alguns chegaram e foram conservados no Brasil. Por outro lado, aqui há orixás que não mais são cultuados, com o passar do tempo, na África, em espontâneo processo de preservação, como é o caso do orixá Oxóssi, com culto quase extinto na África contemporânea.

Eis o panteão iorubano sobrevivente no Brasil.

Exu Oxum Ibeji
Ogum Logun Edé Euá
Oxóssi Iemanjá Nanã
Ossain — Osanha Obá Irôco
Oxumarê Xangô Oxaguian
Omolu — Obaluaiê Oiá — Iansã Oxalá

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